Quando conheci esta área, no final dos anos cinquenta, ela era uma fazenda e também
um paraíso para a pesca submarina. Reuni imediatamente um grupo de amigos e compramos.
Não havia luz elétrica. A estrada era precária. A ideia era manter o cultivo de
bananas enquanto explorávamos as águas da baía, à procura da pescaria perfeita.
Depois, com a construção da estrada Rio-Santos, a vocação turística que nós tínhamos
pressentido ficou transparente como as águas de Angra e a decisão foi investir neste
sentido. Carlos Borges.